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Poesia de Camila Jatobá para a exposição.

PEQUENO MANIFESTO

Quando fui em direção ao roteiro perfeito,fui em direção ao texto em branco,em direção ao final feliz, desmoronei.
Tinha os meus olhos surrados,a minha face sonsa, insossaa cara dura, a cor de pele,o limiar dos meus pelos...
Quer mesmo assistir verdades?E se eu contar que fui eu quem colei?Quer mesmo cometer atos de pena?E se eu disser que tive a chance de perder o controle?
Então, sedevore, seengasgue, seestranhe, seaceite, seabrace.
É preciso construir armadilhas para o nosso próprio bem: Ser ratoeira em tempos de guerra interna.

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